Desdobramento da pesquisa
Amprev defende aplicações no Master e informa plano de recomposição dos recursos
O que mudou
Em comunicado de 11 de mar. de 2026, a Amprev detalhou sua defesa: afirmou que o Master integrava a lista de instituições habilitadas pelo Ministério da Previdência e que as aplicações passaram pelo comitê e pelos conselhos. Informou também decisão judicial para direcionar parcelas de consignados a uma conta no Banco do Brasil, com expectativa de recompor os recursos em três a quatro anos. São afirmações da instituição; a íntegra da decisão não foi consultada e a previsão não comprova recuperação integral nem encerra a investigação.
Contexto e respostas registrados nesta publicação
A Amprev, que administra a previdência dos servidores do Amapá, aplicou R$ 400 milhões em letras financeiras do Banco Master. Os recursos destinavam-se ao pagamento futuro de benefícios previdenciários.
Em fevereiro de 2026, a PF passou a apurar possíveis irregularidades na aprovação e execução dessas aplicações, no âmbito da Operação Zona Cinzenta. A Amprev afirma que seguiu as normas aplicáveis e sua política de investimentos.
Valores e natureza dos registros
R$ 400 mi · Aplicação previdenciária · Investimento / operação
Alcance da relação descrita
A apuração recai sobre as decisões que levaram à aplicação dos recursos previdenciários no Master e sobre a execução dos investimentos. A Amprev sustenta que cumpriu as regras; a investigação divulgada ainda não estabelece conclusão definitiva sobre a conduta de seus gestores. O comunicado institucional acrescenta a defesa e medidas de recuperação alegadas, sem demonstrar absolvição ou encerramento da apuração.
Fontes desta publicação
Síntese documental das fontes indicadas, produzida com apoio de IA. A data acima indica a inclusão no mapa; as datas dos fatos e das fontes são independentes. Este texto conserva o registro dessa publicação. A ficha reúne o conteúdo atual, inclusive correções e respostas posteriores. Uma relação registrada não implica irregularidade.