Relação incluída no mapa
Dario Garcia: atuação nas compras do Master pelo BRB é investigada
Investigado por sua atuação nas operações Master–BRB; sua defesa afirma que agiu legalmente.
Contexto e respostas registrados nesta publicação
A Pública, em 23/10/2026, identifica Dario entre os diretores investigados pelas compras do Master. Ele era diretor de Rede e Canais no mandato 2020–2022 e posteriormente dirigiu Finanças e Controladoria; os cargos correspondem a períodos distintos.
Segundo o laudo da PF de 13/08/2026 relatado pelo Metrópoles em 11/09, Dario recebeu relatórios internos e autorizou liquidações com formalidades pendentes. Foram examinadas aquisições de R$ 17,5 bilhões, agregado institucional sem atribuição de recebimento pessoal.
A Folha, em 08/02/2026, relatou seu afastamento judicial em novembro de 2025 e retorno ao quadro do BRB em janeiro de 2026. A defesa, por Ricardo Borges, afirmou legalidade de sua conduta, decisões colegiadas anteriores e colaboração com a investigação. Essa resposta é anterior ao laudo de agosto e à cautelar de setembro. A mesma matéria menciona R$ 12,2 bilhões em carteiras suspeitas, operação já cadastrada em BRB/Tirreno.
O Metrópoles informou em 23/09/2026 que o TCDF incluiu Dario em bloqueio cautelar de bens de cinco ex-dirigentes, até R$ 2,7 bilhões e por um ano. É teto coletivo para resguardar eventual ressarcimento, não patrimônio pessoal, desembolso ou condenação. Não foi obtido o inteiro teor nem resposta específica de Dario a essa cautelar.
A reportagem de outubro não determina quem aprovou o crédito imobiliário de Flávio Bolsonaro. Não se atribui sua concessão a Dario nem origem Master ao financiamento.
Valores e natureza dos registros
R$ 17,5 bi · Aquisições examinadas no laudo; agregado institucional · Investimento / operação
R$ 12,2 bi · Carteiras investigadas já registradas em BRB/Tirreno; não somar ao agregado · Investimento / operação
Até R$ 2,7 bi · Teto coletivo de bloqueio cautelar do TCDF, segundo a reportagem; não é fluxo · Valor alegado
Alcance da relação descrita
A atuação nas compras é objeto de investigação da PF, segundo Pública e Folha. O bloqueio do TCDF relatado em setembro é cautelar e não decide culpa penal. A defesa publicada em fevereiro afirma conduta legal e colegiada; não equivale a resposta aos atos posteriores. Não foi localizada absolvição ou arquivamento desta imputação nas fontes examinadas.
Fontes desta publicação
- Quem aprovou o crédito de Flávio? BRB silencia, e três diretores da época são alvo da PF
- PF aponta gestão fraudulenta de ex-diretores do BRB em negócios com Master
- Ex-diretor do BRB afastado por caso Master volta para agência bancária e busca discrição
- Caso Master: TCDF bloqueia R$ 2,7 bilhões de ex-presidente do BRB e mais 4
Síntese documental das fontes indicadas, produzida com apoio de IA. A data acima indica a inclusão no mapa; as datas dos fatos e das fontes são independentes. Este texto conserva o registro dessa publicação. A ficha reúne o conteúdo atual, inclusive correções e respostas posteriores. Uma relação registrada não implica irregularidade.