Relação incluída no mapa
Luiz Bull: contratos da Tirreno sob investigação e explicações da defesa
A PF aponta assinaturas de Bull em contratos e resposta ao BC nas carteiras Master–BRB. Ele explicou confiar na revisão jurídica; sua defesa nega atuação ilícita.
Contexto e respostas registrados nesta publicação
Na PET 15.478, decisão de 22/06/2026, item 13.3, a representação da PF aponta Bull como diretor de compliance e signatário de contratos da Tirreno. Atribui a ele e a Ângelo Ribeiro assinatura de resposta ao Banco Central que teria omitido a origem dos créditos cedidos ao BRB. São suspeitas investigativas, não culpa definitivamente estabelecida. O STF autorizou acesso a dados bancários, fiscais e financeiros de 2024–2025 para aprofundar a apuração.
A CNN Brasil, em reportagem de 20/02/2026 sobre o depoimento de 27/01, relata que Bull disse assinar alguns documentos sem ler, por confiar na análise de equipes jurídicas internas e externas. Segundo o relato, afirmou não ter formação jurídica ou em compliance e acumular funções. A reportagem não demonstra que toda assinatura tenha ocorrido sem leitura nem permite tratar a explicação como confissão dos crimes investigados.
A Folha de S.Paulo de 27/01/2026 registra que a oitiva de Bull foi virtual. Seu advogado, Augusto de Arruda Botelho, afirmou que ele respondeu aos questionamentos da PF, do Ministério Público e do juiz instrutor e permaneceria disponível para colaborar. As fontes divergem sobre a duração da oitiva; não se adota uma duração. Essa manifestação é histórica, sem inferir a situação prisional atual.
Em manifestação reproduzida pelo Web Fórum em 11/03/2026, no contexto de uma carta anônima apreendida com Vorcaro, a defesa de Bull negou participação em atividades ilegais e afirmou que sua remuneração e eventuais bônus eram declarados às autoridades. É resposta histórica à carta apócrifa, cujas acusações não são usadas como fundamento desta ficha; não é resposta ao indiciamento de outubro.
O UOL de 28/10/2026 inclui Bull entre os 15 indiciados no relatório parcial Master–BRB e informa que buscava as demais defesas. A PF pediu mais 60 dias para diligências, sem decisão de concessão verificada nesta revisão. Não foi localizada resposta individual posterior ao relatório. Não se atribui a Bull automaticamente a tipificação dos demais indiciados; indiciamento não equivale a denúncia recebida ou condenação.
O conjunto de carteiras referido na documentação é de R$ 12,2 bilhões, já registrado no mapa como operação institucional Master–BRB. Não é pagamento pessoal a Bull, novo fluxo a somar ou prejuízo definitivamente apurado. Remuneração ou vantagem individual não foi quantificada nas fontes examinadas.
Valores e natureza dos registros
R$ 12,2 bi · Referência às carteiras Master–BRB já registradas; não recebimento pessoal · Valor alegado
Não divulgado · Remuneração ou vantagem individual não quantificada nas fontes examinadas · Sem valor confirmado
Alcance da relação descrita
Suspeitas individualizadas em documento primário de investigação e indiciamento parcial relatado em 28/10. A explicação sobre análise jurídica e a negativa histórica da defesa são preservadas com seu alcance. Não foi verificado desfecho definitivo ou denúncia recebida nesta revisão.
Fontes desta publicação
- PET 15.478, item 13.3: atuação atribuída a Bull e afastamento de sigilos
- Explicação de Bull sobre assinatura de documentos e confiança na revisão jurídica
- Depoimento virtual de Bull e manifestação de seu advogado sobre colaboração
- Resposta histórica da defesa de Bull à carta anônima; usada somente para contraditório
- Relatório parcial de 28/10 inclui Bull entre os indiciados
Síntese documental das fontes indicadas, produzida com apoio de IA. A data acima indica a inclusão no mapa; as datas dos fatos e das fontes são independentes. Este texto conserva o registro dessa publicação. A ficha reúne o conteúdo atual, inclusive correções e respostas posteriores. Uma relação registrada não implica irregularidade.