Justiça
Dalide Corrêa
Seu escritório recebeu R$ 33 milhões em 2024 por ações envolvendo créditos do Master.
Entenda a ligação
A auditoria do BRB encontrada pela PF registra R$ 33 milhões pagos pelo Master ao escritório de Dalide em 2024. Executivos do banco justificavam a prioridade dos pagamentos mencionando acesso ao STF.
O escritório afirma que atuou apenas em primeira e segunda instâncias, em ações de empresas cujos créditos foram vendidos ao Master. Dalide nega ter procurado ministros pelo banco; ela e Gilmar negam sociedade. Sua ligação com o IDP foi de gestão da instituição, não prova de repasse ao ministro.
Situação legal da relação
Não determinado
As mensagens associam os pagamentos a acesso ao STF, mas o escritório afirma atuação apenas nas instâncias inferiores e nega intermediação com ministros.
A classificação descreve o vínculo ou a operação relatada. Não é um rótulo geral sobre a pessoa nem substitui uma decisão judicial. A base, as contestações e os limites do registro devem ser lidos em conjunto.
Fontes da situação legal
Valores e natureza dos registros
R$ 33 mi
Pagamento à advogada, não ao ministro
Pagamento informadoNão some diretamente as cifras desta ficha: contratos, pagamentos, investimentos e alegações podem se sobrepor. Consulte a metodologia e a memória do cálculo na visualização Valores.
Fontes da informação
Uma relação registrada não implica irregularidade. Alegações, investigações, respostas dos envolvidos e decisões têm graus diferentes de comprovação. Entenda os critérios e os limites do levantamento.