Política
Jaques Wagner
A documentação inclui rendimento declarado e pagamentos a empresa de sua nora.
Entenda a ligação
A documentação reúne R$ 289 mil que Jaques Wagner atribui a rendimento de aplicação pessoal e R$ 12 milhões pagos à BN Financeira, empresa de sua nora, por serviços ao Master. São beneficiários e naturezas diferentes.
Separadamente, uma proposta de delação rejeitada atribuída a Vorcaro alegou repasses ao grupo político de Wagner na Bahia. O senador nega a acusação. Os valores alegados para o grupo não foram demonstrados como recebimento pessoal dele.
Situação legal da relação
Não determinado
O rendimento de uma aplicação e os honorários de uma empresa de familiar têm explicações contratuais próprias. A acusação de repasses ao grupo político depende de um relato de colaboração rejeitada e contestado por Wagner, sem prova publicada de destinação pessoal do montante.
A classificação descreve o vínculo ou a operação relatada. Não é um rótulo geral sobre a pessoa nem substitui uma decisão judicial. A base, as contestações e os limites do registro devem ser lidos em conjunto.
Fontes da situação legal
Valores e natureza dos registros
R$ 289 mil
Rendimento de aplicação, segundo Wagner
Investimento / operaçãoR$ 12 mi
Pagamentos à BN, não ao senador
Pagamento informadoNão some diretamente as cifras desta ficha: contratos, pagamentos, investimentos e alegações podem se sobrepor. Consulte a metodologia e a memória do cálculo na visualização Valores.
Partido e contexto
PT Partido dos Trabalhadores
Identificado como senador do PT pela Agência Senado.
Esta pessoa é contada uma vez no grupo partidário indicado, conforme o período documentado do vínculo. A contagem não representa repasse ao partido nem prova irregularidade.
Fontes da filiação
Fontes da informação
Uma relação registrada não implica irregularidade. Alegações, investigações, respostas dos envolvidos e decisões têm graus diferentes de comprovação. Entenda os critérios e os limites do levantamento.