Política
Rui Costa
É citado no contexto da privatização da Ebal e do desenvolvimento do Credcesta.
Entenda a ligação
O nome de Rui Costa aparece no relato de Vorcaro sobre a privatização da Ebal e a expansão do Credcesta na Bahia. Na proposta de colaboração rejeitada, o banqueiro atribuiu ao grupo político de Rui Costa e Jaques Wagner o recebimento de R$ 3 milhões mensais.
O relato divulgado não individualiza contrato, intermediário ou parcela destinada a Rui Costa. A acusação é contestada e os valores apresentados para o grupo não demonstram recebimento pessoal pelo ex-governador.
Em entrevista ao UOL News publicada em 14 de out. de 2026 às 12:30, Rui Costa negou irregularidades na privatização da Cesta do Povo durante seu governo. Afirmou que a rede foi vendida a um grupo espanhol após duas tentativas de leilão e que o cartão de compras dos servidores foi incluído para tornar a venda mais atrativa. A manifestação responde ao contexto da privatização e do Credcesta; não constitui decisão judicial nem comprova ou afasta, por si só, os repasses alegados ao grupo político.
Situação legal da relação
Não determinado
A suspeita envolve a alegação de remuneração ao grupo político em torno do Credcesta. O relato rejeitado não identifica como Rui Costa teria recebido recursos ou qual ato teria praticado como contrapartida, e a acusação permanece contestada. A resposta publicada em 14 de outubro nega irregularidades na privatização; seu alcance não permite concluir sobre cada operação financeira mencionada na alegação anterior.
A classificação descreve o vínculo ou a operação relatada. Não é um rótulo geral sobre a pessoa nem substitui uma decisão judicial. A base, as contestações e os limites do registro devem ser lidos em conjunto.
Fontes da situação legal
Valores e natureza dos registros
R$ 3 mi/mês
Alegação sobre grupo político; sem atribuição pessoal demonstrada
Valor alegadoNão some diretamente as cifras desta ficha: contratos, pagamentos, investimentos e alegações podem se sobrepor. Consulte a metodologia e a memória do cálculo na visualização Valores.
Partido e contexto
PT Partido dos Trabalhadores
Partido do então governador na época da privatização da Ebal, relação institucional descrita na ficha.
Esta pessoa é contada uma vez no grupo partidário indicado, conforme o período documentado do vínculo. A contagem não representa repasse ao partido nem prova irregularidade.
Fontes da filiação
Fontes da informação
Uma relação registrada não implica irregularidade. Alegações, investigações, respostas dos envolvidos e decisões têm graus diferentes de comprovação. Entenda os critérios e os limites do levantamento.