Desdobramento da pesquisa
Diogo Ilário: indiciamento relatado delimita atuação às aprovações
O que mudou
A reportagem de abril menciona R$ 12,2 bilhões em carteiras sob suspeita, já cadastrados em BRB/Tirreno. Os dois volumes institucionais não são somáveis. Na revisão de 23/10, não havia resposta pessoal específica ao laudo ou confirmação independente de sua situação formal no inquérito; a reportagem de setembro não detalha conduta individual além das aprovações. Não se presume recebimento de vantagem ou condenação.
A Folhapress, em reportagem de Helena Schuster e Diego Felix publicada pelo Jornal de Brasília em 29/10/2026 às 15h24, inclui Diogo entre os 15 indiciados no caso Master–BRB. O relato restringe sua atuação às aprovações, sem identificar participação direta na proposição, seleção ou liquidação das carteiras. Sua defesa não foi localizada. Indiciamento é conclusão policial, não denúncia recebida ou condenação; não foi obtida a íntegra do relatório nesta revisão.
Contexto e respostas registrados nesta publicação
A ata oficial de 17/10/2024 confirma sua eleição para a diretoria de Atacado e Governo do BRB. Segundo o Metrópoles de 11/09/2026, seu nome integra os dirigentes cuja participação nas compras de carteiras do Master foi individualizada em laudo da PF de 13/08/2026.
O agregado pericial reportado é de R$ 17,5 bilhões; não representa pagamento pessoal ou prejuízo definitivo. A Folhapress de 11/04/2026 registra sua destituição no dia anterior, por decisão do Conselho de Administração. A governadora afirmou que a medida não antecipava julgamento e resguardava o contraditório.
Valores e natureza dos registros
R$ 17,5 bi · Agregado de aquisições examinado no laudo relatado; não recebimento pessoal · Investimento / operação
R$ 12,2 bi · Carteiras sob suspeita já registradas em BRB/Tirreno; não somar ao agregado pericial · Investimento / operação
Alcance da relação descrita
Suspeita relatada · sem condenação verificada
O vínculo é qualificado como suspeita relatada porque uma reportagem atribui à perícia da PF sua participação nas compras. Não foi confirmada diretamente a situação processual individual. A destituição administrativa não julga culpa. Não localizada resposta própria à imputação nas fontes examinadas; não se amplia a suspeita a recebimento pessoal ou outras operações. A Folhapress de29/10, reproduzida pelo Jornal de Brasília, agora identifica o indiciamento individual, preservando os limites de atuação descritos. É andamento policial atribuído à reportagem, sem acesso integral ao relatório e sem denúncia recebida ou condenação verificadas. A defesa não foi localizada pela reportagem; respostas anteriores não equivalem a manifestação sobre o indiciamento.
Fontes desta publicação
- PF aponta gestão fraudulenta de ex-diretores do BRB em negócios com Master
- Extrato da 851ª reunião do Conselho de Administração — eleição da diretoria 2024/2026
- BRB destitui dois diretores ligados à antiga gestão, sob suspeita no caso Master
- Perfis dos 15 indiciados: atribuição da PF, limites de atuação e respostas
Síntese documental das fontes indicadas, produzida com apoio de IA. A data acima indica a inclusão no mapa; as datas dos fatos e das fontes são independentes. Este texto conserva o registro dessa publicação. A ficha reúne o conteúdo atual, inclusive correções e respostas posteriores. Uma relação registrada não implica irregularidade.