Desdobramento da pesquisa
Vorcaro contesta destinação pessoal de imóveis atribuídos a Paulo Henrique Costa
O que mudou
O Metrópoles informou em 16/10/2026 que, na oitiva do dia anterior, Vorcaro qualificou os imóveis como investimento e afirmou que Costa poderia utilizá-los como CEO do Master após a aquisição pelo BRB, barrada pelo Banco Central em setembro de 2025. Essa versão contesta a destinação pessoal como vantagem indevida; não é conclusão da PF. A reportagem mantém a estimativa de R$ 146,5 milhões e relata a suspeita policial de ocultação dos beneficiários por estruturas empresariais. Não demonstra nova operação nem altera a parcela de R$ 74,6 milhões já registrada.
Contexto e respostas registrados nesta publicação
Paulo Henrique Costa presidia o BRB quando o banco adquiriu carteiras de crédito do Master. Segundo a PF, seis imóveis de alto padrão em São Paulo e no Distrito Federal teriam sido destinados a ele como contrapartida para viabilizar essas compras.
Os imóveis foram avaliados em R$ 146,5 milhões. A investigação rastreou cerca de R$ 74,6 milhões em pagamentos, parcela incluída nesse total. Em abril de 2026, Costa foi preso por ordem do STF na quarta fase da Compliance Zero; sua defesa afirma que ele não cometeu crime.
Segundo a CNN, Costa prestou depoimento presencial à PF em 15/10/2026 sobre Master–BRB. Na cobertura de 16/10, a emissora informou que ele negou fraude e prejuízo ao BRB. Trata-se de versão defensiva, não de desfecho da investigação. A notícia menciona R$ 150 milhões para a mesma imputação imobiliária, sem demonstrar uma nova operação; por isso, ficam preservados os R$ 146,5 milhões dos seis imóveis e os R$ 74,6 milhões rastreados na fonte anterior.
Valores e natureza dos registros
R$ 146,5 mi · Valor dos seis imóveis sob investigação · Valor alegado
R$ 74,6 mi · Parcela rastreada como paga, segundo a PF · Pagamento informado
Alcance da relação descrita
A suspeita é de troca de decisões do BRB por benefícios imobiliários ao seu presidente. A PF relaciona os seis bens a registros de pagamentos e investiga corrupção, lavagem e crimes financeiros. A defesa nega crime; a prisão e as medidas de investigação não equivalem a uma condenação.
Fontes desta publicação
Síntese documental das fontes indicadas, produzida com apoio de IA. A data acima indica a inclusão no mapa; as datas dos fatos e das fontes são independentes. Este texto conserva o registro dessa publicação. A ficha reúne o conteúdo atual, inclusive correções e respostas posteriores. Uma relação registrada não implica irregularidade.