Financeiro
Paulo Henrique Costa
A PF investiga seis imóveis como vantagem indevida para viabilizar operações com o Master.
Entenda a ligação
Paulo Henrique Costa presidia o BRB quando o banco adquiriu carteiras de crédito do Master. Segundo a PF, seis imóveis de alto padrão em São Paulo e no Distrito Federal teriam sido destinados a ele como contrapartida para viabilizar essas compras.
Os imóveis foram avaliados em R$ 146,5 milhões. A investigação rastreou cerca de R$ 74,6 milhões em pagamentos, parcela incluída nesse total. Em abril de 2026, Costa foi preso por ordem do STF na quarta fase da Compliance Zero; sua defesa afirma que ele não cometeu crime.
Situação legal da relação
Em investigação
A suspeita é de troca de decisões do BRB por benefícios imobiliários ao seu presidente. A PF relaciona os seis bens a registros de pagamentos e investiga corrupção, lavagem e crimes financeiros. A defesa nega crime; a prisão e as medidas de investigação não equivalem a uma condenação.
A classificação descreve o vínculo ou a operação relatada. Não é um rótulo geral sobre a pessoa nem substitui uma decisão judicial. A base, as contestações e os limites do registro devem ser lidos em conjunto.
Fontes da situação legal
Valores e natureza dos registros
R$ 146,5 mi
Valor dos seis imóveis sob investigação
Valor alegadoR$ 74,6 mi
Parcela rastreada como paga, segundo a PF
Pagamento informadoNão some diretamente as cifras desta ficha: contratos, pagamentos, investimentos e alegações podem se sobrepor. Consulte a metodologia e a memória do cálculo na visualização Valores.
Fontes da informação
Uma relação registrada não implica irregularidade. Alegações, investigações, respostas dos envolvidos e decisões têm graus diferentes de comprovação. Entenda os critérios e os limites do levantamento.