Operacional
Daniel Monteiro
A PF o aponta como responsável por estruturar imóveis destinados ao ex-presidente do BRB.
Entenda a ligação
Segundo a PF, Monteiro organizou juridicamente a aquisição e a transferência de seis imóveis em São Paulo e Brasília destinados a Paulo Henrique Costa, então presidente do BRB. A investigação associa R$ 146,5 milhões em bens à atuação de Costa nas operações do BRB com o Master.
Monteiro e Costa foram presos preventivamente em 16 de abril de 2026. As mensagens apontadas pela PF tratam da estruturação e de cobranças de Vorcaro para concluir as aquisições. A defesa de Monteiro afirma que ele exerceu atividade técnica de advocacia e nega participação fora desse âmbito.
A VEJA informou, em 13 de out. de 2026, que seu escritório redigiu comunicações do BRB ao Banco Central acompanhadas por Vorcaro, conforme achados atribuídos à PF.
Situação legal da relação
Em investigação
A suspeita é de que Monteiro estruturou empresas e transferências para ocultar o beneficiário dos imóveis. Sua defesa sustenta atuação exclusivamente profissional; a prisão preventiva não decide o mérito da acusação. O complemento é atribuído à investigação pela reportagem; não constitui conclusão judicial nem modifica a resposta anterior.
A classificação descreve o vínculo ou a operação relatada. Não é um rótulo geral sobre a pessoa nem substitui uma decisão judicial. A base, as contestações e os limites do registro devem ser lidos em conjunto.
Fontes da situação legal
Valores e natureza dos registros
R$ 146,5 mi
Operação imobiliária em apuração
Valor alegadoNão some diretamente as cifras desta ficha: contratos, pagamentos, investimentos e alegações podem se sobrepor. Consulte a metodologia e a memória do cálculo na visualização Valores.
Fontes da informação
Uma relação registrada não implica irregularidade. Alegações, investigações, respostas dos envolvidos e decisões têm graus diferentes de comprovação. Entenda os critérios e os limites do levantamento.